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    Students Are Not Property

    Deejay Raffro🎧@djraffroMay 19, 2026123 views
    Students Are Not Property
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    Students Are Not Property: Why Dance Teachers Must Open Doors, Not Close Them

    Dance, for DJ Raffro, has never just been steps, or touch, or parties, or events. It's encounter, community, home, connection. And that's exactly why it hurts him to see students treated as "our group, our class, us here, closed off" — as if they belonged to someone, as if they could only experience dance in places predetermined by one person.

    "This diminishes the dance, diminishes the students, and diminishes the community," he says. He describes schools and teachers who operate like cults — controlling where students go, who they dance with, which events are acceptable. A real teacher, in his view, should do the opposite: open doors. Encourage students to explore other neighborhoods, meet new people, dance with new partners, discover new professionals, new DJs, new schools.

    Raffro has witnessed thriving communities across Brazil and around the world, and the ones that stand out share the same qualities: connection, reciprocity, generosity, and freedom. "Strengthening your own house should be the minimum. When the house grows, the whole community grows."

    He's clear this is not bitterness, anger, or a personal attack. It's the voice of someone who genuinely believes in dance — in partnership, respect, fairness, and union. "The student is not anyone's property. A student, anywhere in the world, in any dance school, college, high school, wherever — a student is a person. And dance is freedom."


    Em português — para os nossos leitores brasileiros:

    Aluno Não É Propriedade: Por Que Professores Devem Abrir Caminhos, Não Fechar Portas

    A dança, para o DJ Raffro, nunca foi só passo, nunca foi só tocar, nunca foi só festa, só evento. É encontro, comunidade, casa, conexão. E é exatamente por isso que dói ver alunos sendo tratados como "nossa turma, nosso grupo, nós aqui fechados" — como se pertencessem a alguém, como se só pudessem viver a dança em lugares pré-determinados por uma pessoa.

    "Isso diminui a dança, diminui os alunos e diminui a comunidade", ele diz. Ele descreve escolas e professores que operam como seitas — controlando para onde os alunos vão, com quem dançam, quais eventos são permitidos. Um professor de verdade, na visão dele, deveria fazer o oposto: abrir caminhos. Incentivar os alunos a ir para outros bairros, conhecer pessoas novas, dançar com novos parceiros, descobrir novos profissionais, novos DJs, novas escolas.

    Raffro já viu comunidades maravilhosas pelo Brasil e pelo mundo, e as que se destacam têm as mesmas características: conexão, reciprocidade, generosidade e liberdade. "Fortalecer a própria casa deveria ser o mínimo. Quando a casa cresce, toda a comunidade cresce."

    Ele é claro: não é mágoa, não é raiva, não é ataque pessoal. É a voz de quem acredita de verdade na dança — em parceria, respeito, justiça e união. "O aluno não é propriedade de ninguém. Aluno, em qualquer lugar do mundo, em qualquer escola de dança, faculdade, ensino médio, onde for, aluno é gente. E a dança é liberdade."

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